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Os 8 Símbolos Auspiciosos do Budismo

Atualizado: 3 de Abr de 2019


O Budismo trata-se de uma doutrina filosófica e espiritual, onde Buda não é para seus seguidores um ente particular, e, sim, um título dado àquele que alcançou a realização espiritual do budismo - a iluminação. Os praticantes desta filosofia enxergam estes delicados símbolos budistas como um meio do ser humano atingir a sua iluminação.


Os chamados Símbolos Auspiciosos do Budismo são em seu total oito:

O Nó Infinito, a Bandeira da Vitória, a Roda do Dharma, os Peixes Dourados, o Vaso, a Concha, o Guarda-Sol e a Flor de Lótus.


Nó Infinito

O simbolismo do Nó Infinito é a figura maior do budismo, e representa o conhecimento de Buda, que não tem fim. A representação também remete para a causa e o efeito, conhecido como a Lei do Karma. Esta lei nos ensina que tudo existe por um motivo, e que toda ação possui uma reação. Tanto esta simbologia, quanto a que indica o Buda como um detentor do conhecimento infinito, estão estritamente relacionadas, pois, para esta filosofia, tudo está interligado. Por isso, devemos servir com amor, trabalhar pela justiça e agir sempre em favor do bem, para que possamos sempre colher frutos maduros e sadios.


Bandeira da Vitória

O principal simbolismo da Bandeira da Vitória é a vitória dos pensamentos positivos sobre os pensamentos negativos.

Outra interpretação diz respeito a vitória de Buda sobre Mara, o senhor das Ilusões, que é um ser encarregado de criar caminhos tortuosos e cheios de tentação, com o intuito de o impedir a alcançar sua iluminação.

Quando entendemos que todo objeto é vazio de significado até o momento em que criamos um, nos libertamos da crença de uma ilusão que criamos e que seguimos como verdades. Essa é a vitória libertadora dessa compreensão, uma vitória sobre todas as características que vivemos em base de ilusões: os desejos, a ignorância e a aversão.


Roda do Dharma

Buda fez um primeiro sermão quando, então, passou a ser considerado O Iluminado. A Roda do Dharma foi criada para simbolizar exatamente esta situação.

A roda possui oito raios em sua composição, que representam o Nobre Caminho Óctuplo. Cada qual simbolizando os oito ensinamentos dados por Buda. São eles:

A correta compreensão. A correta postura mental. O correto modo de falar. A correta ação. O correto modo de vida. O correto esforço. A correta atenção. A correta concentração.


Peixes Dourados

Para o Budismo os peixes dourados têm duas representações.

A primeira refere-se a uma representação da liberdade que o ser humano possui. Os peixes, nesse contexto, são seres que se movem livres e ágeis na água, sem se afogarem, destemidos e alegres, e representam a felicidade plena e a espontaneidade, a abundância e a fertilidade por também se reproduzirem com facilidade.

A segunda simboliza os rios considerados sagrados na Índia, que são: Yamuna e o Rio Ganges.


Vaso

O Vaso também remete para todo o conhecimento infinito e espiritual que a figura maior do Buda possui. O vaso vem como símbolo da generosidade que os ensinamentos do Buda se apresentam, o qual nos abre acesso a esse grande tesouro que vai além da vida e da morte. O vaso também é usado nos templos para purificação, quando em cerimônias, é borrifado água do vaso sobre os objetos do altar e em vezes no público. Em termos mais populares, simboliza longa vida e saúde.


Concha

Todas as pessoas que possuem autoridade dentro do budismo tem o poder e a capacidade para ensinar. A concha é exatamente o símbolo que representa esta situação. Toda concha possui um som em seu interior. Esse é exatamente o som da verdade, e o seu eco ao entrar em contato com o coração aberto do praticante, que está disposto a receber o chamado, auxilia na iluminação da mente.




Guarda-Sol

O Guarda-Sol é também um dos símbolos budistas, e sua utilização é para representar o poder espiritual.

Em rituais budistas, utiliza-se esse símbolo como uma proteção dos sofrimentos que nos enfraquecem. O eixo do guarda-sol, visualmente nos dá uma direção de centralidade, representando quem estiver debaixo dele, é o centro simbólico do universo – uma representação da essência iluminada, intocada pelos devaneios e obscuridades da vida humana. Isso também remete à proteção que o próprio Buda nos dá, como se ele mesmo fosse nosso guarda-sol quando tomamos refugio nele.


Flor de Lótus

Para o budismo, e de um modo geral, a Flor de Lótus é representativa do esclarecimento e da pureza.

Para os praticantes, o caule que encontramos na flor é exatamente o cordão umbilical. A partir deste as pessoas são unidas às raízes da flor. A flor, por si só, é uma representação da capacidade do ser humano de atingir o estado de iluminação perfeita. Venerada em muitos lugares, desde Índia, China, Japão e Egito, a Flor de Lótus durante muito tempo simbolizou a criação, a fertilidade e, sobretudo, a pureza - uma vez que essa bela flor emerge das águas sujas, turvas e estagnadas. Além disso, representa a beleza e o distanciamento, pois cresce sem se sujar nas águas que a envolvem (a raiz está na lama, o caule na água e a flor no sol).

Na crença hinduísta, esta simboliza a beleza interior: “viver no mundo, sem se ligar com aquilo que o rodeia”.


Você pode utilizar os símbolos budistas em seu lar, em jóias ou onde achar melhor, e lembre-se que o Budismo traz no coração de sua filosofia o respeito e a compaixão por todos os seres. Assim, ao lembrarmo-nos destes símbolos, que estes tragam à nossa lembrança a essência do seu propósito.


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